Marketing é Guerra! Utilize Táticas Militares …

marketing e guerra

Marketing é guerra, utilizando ferramentas de marketing de guerrilha, buscam o combate aos grandes competidores e a sobrevivência das pequenas empresas …

Marketing é Guerra!

A expressão marketing de guerrilha foi criada em 1982, pelo publicitário norte-americano Jay Conrad Levinson.

Portanto, inspirada justamente na guerrilha bélica, descrita em seu livro: “Guerrilla Marketing Attack” .

Por isso nele, seu criador defende que pequenas e médias empresas podem e devem competir no mercado com as grandes companhias.

Através do uso de armas mais eficazes baseadas na criatividade e na inovação.

Mas, o uso das ferramentas de marketing de guerrilha tem, originalmente, como objetivo o combate aos grandes competidores ou, a sobrevivência das pequenas empresas.

Pois, toda a essência da expressão criada por Levinson em 1982 foi baseada em um artigo publicado pela Harvard Business Review, escrito por Welsh & White em 1981.

Esse artigo afirmava que pequenos negócios não são versões menores de grandes negócios.

Então, e por causa da falta de recursos, precisam se valer de diferentes tipos de estratégias e táticas de marketing.

Como utilizar o Marketing de Guerrilha?

Jay Conrad (1989) afirma que o marketing de guerrilha é composto por quatro componentes.

  1. Selecionar as armas;
  2. Planejar a estratégia;
  3. Criar um calendário de marketing.
  4. E, lembrar o credo de sete palavras para a vitória: comprometimento, investimento, perseverança, confiança, paciência, sortimento e sequência.

Para Levinson (1989, p.50), “guerrilheiros de marketing devem memorizar essas palavras.

Portanto, e ainda mais importante: devem acreditar nelas com uma intensidade de sentimento que faça de cada palavra uma natureza”.

É preciso que confiem suficientemente em cada ideia expressa pela palavra, para permitir que ela oriente suas decisões.

E, consequentemente, supere seus concorrentes em todas as oportunidades tendo uma base sólida para cada situação.

Marketing ou Propaganda?

Por isso, posicionar marcas em um mercado fragmentado e com a mídia tradicional saturada é algo cada vez mais difícil.

Portanto, basta considerar os complexos níveis de diferenciação exigidos por essa realidade.

Tudo isso, provoca a necessidade de pensar novas maneiras de se comunicar com o consumidor.

Então, os profissionais de marketing, começam a aplicar as técnicas de guerrilha à propaganda.

É amplamente utilizada para captar a atenção do público de maneira pouco comum.

Portanto, com meios surpreendentemente adequados ao produto ou serviço anunciado.

É importante, frente à confusão que esta ideia pode gerar estabelecer a diferença entre marketing de guerrilha e propaganda de guerrilha.

Afirmar que as definições são sinônimos remete a um grande erro conceitual.

Primeiramente, não se pode esquecer que marketing é uma função empresarial.

E, que a propaganda é uma ferramenta de comunicação utilizada pelo marketing para informar aos consumidores sobre produtos e serviços.

Dessa maneira, é necessário criar alternativas de comunicação mais simples, baratas e ousadas.

Elas devem contribuir para poder posicionar marcas nesse mercado.

A proposta do marketing de guerrilha é realizar ações de alto impacto na sociedade.

Veio para ficar e mostra que não é apenas uma tendência.

Conclusão

Portanto, deve-se aplicar o marketing de guerrilha ou, marketing é guerra declarada com surpresa e inovação para fortalecer as chances do sucesso na ação realizada.

Deve-se aplicar a exaustão as palavras de ação rumo à vitória: comprometimento, investimento, perseverança, confiança, paciência, sortimento e sequência…

Então, rumo à batalha guerrilheiros!

Fonte: Lígia Lima Santos – Taubaté – SP – 2010 – Monografia

Por: Erivaldo Ribeiro
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