A Velha Publicidade Atualizada …

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A velha publicidade necessita de novos conteúdos que precisam ser adaptados na utilização das tecnologias que surgem num novo processo de criação.

A velha publicidade

A velha publicidade pode gerar um debate interessante para pensarmos em tudo que está sendo, ou precisará, ser transformado.

Temos visto alguns cases fantásticos de grandes agências de propaganda sobre como utilizar as novas tecnologias para dar vida a posicionamentos de marca.

A tecnologia passou a ser um aliado relevante na era do storytelling, onde as marcas buscam uma relevância cada dia maior na vida das pessoas …

Hoje vemos a sociedade buscando, vivendo e trazendo verdadeiras causas para a pauta.

Posicionamento da marca

Mas a publicidade é uma comunicação de via única, onde a marca reforça a necessidade do “compre agora” num filme de 30 segundos e boas ofertas …

Normalmente é aplicada num contexto onde precisa mostrar muito mais do que os produtos que vende.

No entanto, o mundo cada vez mais conectado e transparente trouxe uma carga ainda maior para as marcas.

Para terem força e relevância, elas precisam ir muito além dos tradicionais 4 Ps de Kotler.

Hoje, já são 8 e 9 Ps e sabe-se lá onde vamos parar.

Vivemos a era onde abraçar uma causa no mundo e fazer a sociedade cada vez melhor virou compromisso para todos.

Isso tem tudo a ver com as novas formas de distribuição de conteúdo e como as mídias estão sendo consumidas.

A busca deixa de ser somente por clientes fiéis a marca e passa a englobar defensores de marca, porta-vozes que multiplicam conteúdos e formam opiniões.

A velha publicidade é emoção …

Uma história emocionante e muito bem contada nas redes sociais tem um potencial de reverberação de um engajamento muito mais alto com a marca.

Veja o exemplo da “Real Beauty”, de Dove, com milhões de views …

Mas o grande ponto é: as novas tecnologias chegam, mas ainda existem muitos desafios para a velha publicidade.

Infelizmente, os cases mais bacanas que conhecemos ainda são apenas cases, feitos para audiências restritas.

A velha publicidade atualizada no Brasil …

No Brasil, entre 2013 e 2019, o uso de diversos meios de compra caíram ou cresceram pouco:

  • Lojas físicas (de 70% para 62%)
  • Online via PC (de 69% para 59%)
  • E online por meio de tablet (de 20% para 29%).

No entanto, o porcentual de brasileiros que afirma adquirir produtos ou serviços pelo smartphone triplicou, indo de 15% para 50%.

Os dados são de estudo da PwC, o “Global Consumer Insights 2019”, que ouviu 21 mil consumidores ao redor do mundo e ele informa:

“Além do cotidiano cada vez mais atarefado e do aumento da penetração dos smartphones no mercado brasileiro, o próprio avanço tecnológico dos aparelhos permitiu com que fizéssemos absolutamente tudo via nosso celular.

Usá-los para compras tem sido a solução perfeita para solucionar essas questões de conveniência.

O varejista mais atento a essa realidade percebeu a oportunidade e abraçou a estratégia de mobile first

Eles priorizam o desenvolvimento da experiência de compra no canal digital para os dispositivos móveis”, fala o sócio da PwC.

  • Fatores como métodos de pagamento rápidos e fáceis (58%);
  • Vendedoras com conhecimento profundo sobre os produtos (54%);
  • O Wi-Fi com login rápido e simples (43%);
  • Tecnologia atrelada ao momento da compra (41%);
  • Capacidade de percorrer a loja de forma conveniente (40%);
  • Ofertas personalizadas enviadas a dispostos móveis (34%);
  • Personalização de produtos (30%);
  • E experiência divertida via ambientação (29%) trazem melhoria para o serviço de lojas físicas.

Portanto, a experiência do cliente com a velha publicidade surfa por canais digitais na nova era da compra e do storytelling aplicado …

E você o que pensa sobre as novas tecnologias aplicadas a velha publicidade?

Erivaldo Ribeiro
Juntos, podemos sempre mais!

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