Publicidade e Privacidade Nos Smartphones …
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Publicidade e Privacidade Nos Smartphones …

Publicidade e privacidade nos smartphones é prioridade universal – pelo simples fato de que estamos interligados – e, totalmente conectados por eles …

Publicidade e privacidade conectando pessoas

Seu público está assistindo seu conteúdo favorito em aplicativos de entretenimento.

Nova pesquisa do Google revela que usuários de smartphones passam horas em aplicativos de entretenimento.

Continue lendo para descobrir quem são esses usuários e como utilizar o seu interesse para poder chegar ao seu coração …

Enquanto homens e mulheres de todas as idades usam aplicativos, o uso é maior entre homens e millenials

O termo millennial sempre foi utilizado com o significado de “milenar”, ou seja, aquilo que se refere ou pertence a um determinado milênio. Mas o termo também tem sido muito utilizado nos últimos anos (principalmente no plural – millennials) para indicar aqueles que nasceram por volta de 1980 a 1990, e que, portanto, iniciaram sua fase jovem/adulta juntamente como o início do milênio em que estamos.

A chamada Geração Y.

Mas atenção:

Dependendo do foco do texto que você estiver lendo, o termo millennial pode indicar tanto pessoas do mundo todo como apenas cidadãos norte-americanos.

Então, é sempre bom ficarmos muito atentos ao contexto ..

Publicidade e Privacidade nos Smartphone sexo e idade
Smartphones por sexo e idade

Publicidade para tomadores de decisão

Os aplicativos de entretenimento colocam sua marca na frente dos tomadores de decisão domésticos na seguinte proporção:

Publicidade e Privacidade nos Smartphones gastos e compras
Smartphones gastos e compras

Os aplicativos de entretenimento prendem a atenção dos usuários por horas com maior uso entre as idades de 18 a 34 anos

Publicidade e Privacidade nos Smartphones uso médio
Smartphones uso médio

Uso médio de aplicativos de entretenimento entre 18 e 34 anos por gênero

Smartphones por tempo de uso
Smartphones por tempo de uso

Não é de surpreender que o uso de aplicativos de entretenimento seja mais comum quando as pessoas estão relaxando à noite …

Smartphones por tempo de uso
Smartphones utilização

Publicidade para cada usuário?

A publicidade e privacidade via aplicativos em smartphones desempenham um papel importante na Web gratuita e aberta de hoje.

Ela deve utilizar os aplicativos, excelente conteúdo e serviços de que as pessoas desfrutam e apoiam um universo diversificado de criadores e editores.

Mas a Web dominada por publicidade e privacidade está em risco se as práticas de publicidade digital não evoluírem para refletir as expectativas e mudança das pessoas sobre como os dados são coletados e usados.

A missão é clara: precisamos garantir que pessoas de todo o mundo continuem acessando conteúdo suportado por publicidade na Web, enquanto se sentem confiantes de que sua privacidade está protegida.

O caminho para fazer isso acontecer também é claro: aumentar a transparência de como a publicidade digital funciona.

Também, deve oferecer aos usuários controles adicionais que garantam que suas escolhas sobre o uso de seus dados sejam respeitadas (vide LGPD).

Privacidade em todo o ecossistema?

O ecossistema da Web é complexo – inclui usuários, editores, anunciantes, provedores de tecnologia e serviços, grupos de defesa, órgãos reguladores e muito mais.

Vimos que abordagens que não representam todo o ecossistema – ou que não são suportadas por todo o ecossistema – não serão bem-sucedidas a partir de 16 de agosto de 2020 aqui no Brasil …

Por exemplo, os esforços de navegadores para bloquear cookies usados, sem alternativas adequadas e amplamente aceitas, caem em duas premissas:

Primeiro:

O bloqueio de cookies reduz substancialmente a receita do editor.

Com base na análise de uma fração de tráfego selecionada aleatoriamente em cada um dos 500 maiores editores do Google Ad Manager – em todo o mundo – avaliou como a presença de um cookie afetava a receita programática.

O tráfego para o qual não havia cookie presente gerou uma média de 52% menos receita para o editor do que o tráfego para o qual havia um cookie presente.

A receita mais baixa para o tráfego sem cookie foi consistente para os editores nas verticais – e foi especialmente notável para os editores na vertical de notícias.

Para os editores de notícias do grupo estudado, o tráfego para o qual não havia cookie presente gerou uma média de 62% menos receita do que o tráfego para o qual havia cookie presente.

Segundo:

Amplas restrições de cookies levaram alguns participantes do setor a usar soluções alternativas, como impressões digitais, uma técnica de rastreamento opaca que ignora a escolha do usuário e não permite uma transparência ou controle razoáveis.

No entanto, a adoção de tais soluções alternativas representa um passo atrás para a publicidade e privacidade do usuário, não um passo adiante.

Explorando padrões de privacidade para a Web

Por exemplo, o navegador Chrome compartilha esforços para explorar novas tecnologias fundamentais para a Web, que atendem à visão descrita acima – acesso amplo a conteúdo gratuito e forte privacidade para os usuários.

O Chrome oferece várias propostas preliminares à comunidade de padrões da web em áreas como medição de conversão, proteção contra fraude e seleção de público.

O objetivo dessas propostas é promover um diálogo sobre as maneiras pelas quais os navegadores podem melhorar a publicidade e privacidade do usuário.

Garantem também que os editores obtenham o que precisam para financiar ótimos conteúdos e experiências do usuário.

E, ainda, os anunciantes podem entregar publicidade e privacidade relevantes para as pessoas certas e medir seu impacto.

Mas, fazer com que a comunidade de padrões da Web trabalhe no desenvolvimento de um novo conjunto de tecnologias é uma tarefa difícil, mas não inédita.

A comunidade já enfrentou vários desafios semelhantes ao longo dos anos – como obter consenso para eliminar progressivamente os plugins do navegador – e chegar a um acordo para se afastar do Flash.

Uniformidade com privacidade e publicidade

No entanto, essas tentativas de uniformidade podem levar anos, não meses, mas não se vê alterações de curto prazo na forma como os produtos de publicidade e privacidade funcionam no Chrome.

Mas, este é um trabalho importante e o esforço realizado deve ser apoiado.

Somente trabalhando juntos, podemos definir e implementar novas práticas que resultam em experiências melhores e mais voltadas para a privacidade dos usuários.

A luta deve permanecer em atender aos requisitos de editores e anunciantes que financiam e garantem o acesso a conteúdo gratuito na Web.

Aplicativos utilizados por brasileiros

O brasileiro tem um modo peculiar e específico de se relacionar com os aplicativos de celular à sua disposição na internet.

Os campeões de preferência são:

  • Entretenimento (8,5%);
  • Educação (8,43%);
  • Estilo de Vida (6,51%);
  • e Música e Áudio (6,33%).

Desta lista, todos têm uma característica em comum: são gratuitos.

Apenas 0,12% dos apps baixados no País são pagos.

Estas e outras conclusões estão no levantamento da BigData Corp., encomendado pelo PayPal Brasil.

Esse quadro se dá em um momento no qual praticamente se universalizou o uso de celular e smartphone na sociedade.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que, em 2016, em 92,3% dos domicílios havia pelo menos um morador com aparelho celular e/ou smartphone.

O número de smartphones em uso no Brasil bateu os 200 milhões em 2017.

E atingiu 236 milhões em 2018.

Em 2019, o País terá 420 milhões de aparelhos digitais ativos.

É o que revela a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP)

Nada mais lógico, portanto, que o mercado de apps também cresça, na esteira do sucesso do universo mobile.

Novidades

Conforme o levantamento da BigData Corp., menos de dez por cento (9,13%) dos apps têm mais de 100 mil downloads.

Isso significa que a maioria é usada por “tribos” relativamente pequenas de usuários, que se identificam com temas específicos, compondo nichos de mercado.

O fenômeno está em linha com a tese de “long tail”, ou cauda longa, de Chris Anderson, autor do livro A Cauda Longa: Do Mercado de Massa para o Mercado de Nicho.

Nela, o autor explica por que os produtos com baixa demanda na web podem compor, em seu conjunto, um volume de vendas expressivo, muito maior do que a comercialização dos itens campeões de venda.

Entre os downloads efetivamente realizados em 2017, apenas 0,12% são de aplicativos pagos.

Faz todo o sentido, portanto, que somente 5,43% dos apps disponíveis na web sejam pagos.

Todo o restante (94,57%) é gratuito.

A tendência não é nova

No ano passado, o índice de apps gratuitos já era de 90,98%.

De forma geral, as opções de aplicativos em oferta na web brasileira agradam: 55,71% de seus usuários pontuam seus apps com as notas máximas 4 e 5; e outros 22,58%, com as notas 3 e 4.

Apenas 6,25% dos brasileiros dão notas abaixo de 3.

O mercado de aplicativos no País ganhou músculos.

Um dos indicativos é a frequência das atualizações feitas nos seus lançamentos.

Em setembro, a BigData Corp. registrou mais de 9 mil atualizações em um único dia.

As atualizações diárias em 2016 raramente ultrapassavam mil modificações por dia.

Por fim, vale mencionar que os comentários deixados por usuários com críticas, elogios e análises sobre os aplicativos oferecidos ainda é um hábito tímido entre os brasileiros: 69,39% dos apps têm menos de 50 reviews no Brasil.

Os mais populares, com mais de 50 mil comentários, são 0,54% do total.

Citações

“É importante notar que os aplicativos começam a se firmar como canais de venda.

Este ano, vemos que um a cada dez (9,7%) já oferece produtos ou serviços à venda.

Essa é uma tendência que deverá se intensificar nos próximos anos e que merece especial atenção para quem planeja usar a internet para vender.

Por isso o PayPal trabalha, incansavelmente, para oferecer soluções inovadores no universo mobile porque o smartphone está se tornando o controle remoto do mundo” – Thiago Chueiri, diretor de Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil

“A internet brasileira já ‘aprendeu’ que seu internauta exige aplicativos gratuitos.

Nos raros casos em que o brasileiro paga por um aplicativo, ele custa, no máximo, R$ 16.

Apenas 0,87% dos apps baixados no Brasil cobram mais do que isso” – Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp.

Utilizando smartphones para vendas

Das pesquisas e informações acima apresento possibilidades para “surfar” nesta “paixão pelos smartphones” para vender e expor seu produto-marca-negócio, utilizando aplicativos e plataformas digitais.

Serviços de nicho online

Não há dúvidas que o setor de serviços é o mais fértil para empreender, em especial no segmento de plataformas de serviços online.

O coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV, Rubens Massa, acredita que o crescimento rápido da internet favorece a criação de novas plataformas e simplifica sua implementação.

Em entrevista ao Estadão, o especialista destaca a vantagem do setor de serviços em relação ao varejo, graças aos avanços da era digital.

Mas não basta oferecer serviços online se não houver um diferencial, e por isso a grande aposta são os nichos menores.

Assim, os empreendedores podem aproveitar a onda digital para atender a públicos segmentados, que anseiam por soluções para suas necessidades.

Um bom exemplo de demanda especializada é o setor de alimentação restritiva, que abrange públicos vegetarianos e veganos, intolerantes à lactose, celíacos, crudívoros e outros nichos que estão crescendo no país.

Os cosméticos personalizados também estão na mira dos investimentos, com o aumento da procura por produtos naturais, que não testam em animais e não contêm certos aditivos químicos.

Além disso, os negócios socialmente e ambientalmente responsáveis vêm ganhando a preferência do consumidor, como no caso dos serviços que valorizam o produtor local, produtos artesanais e soluções sustentáveis.

Infoprodutos

Os infoprodutos não são uma tendência de negócio recente, mas estão ganhando ainda mais força em todo o mundo.

Eles são basicamente produtos digitais que oferecem informações e conteúdo diferenciado online.

Nessa modalidade, entram cursos, e-books e relatórios de análises.

Algumas das principais plataformas que estão ganhando espaço no mercado de infoprodutos são a Hotmart e Udemy, que servem como marketplaces para cursos online.

Na prática, qualquer pessoa pode criar seu conteúdo exclusivo e vender por meio das plataformas, ou mesmo se tornar um afiliado e divulgar produtos em troca de comissões.

No Brasil, ainda há muito espaço para a criatividade e empreendedorismo nesse mercado, com a vantagem de baixíssimos custos iniciais de produção.

Marketing de Afiliados

O marketing de afiliados é uma tendência digital em plena expansão, que consiste na criação de programas de afiliados para rentabilização de sites e divulgação de produtos e serviços online.

Nesse modelo de negócio, o afiliado divulga os produtos do anunciante em troca de uma comissão, que pode ser calculada em função de cliques, visualizações, vendas, preenchimento de formulários e outras métricas.

Assim, é possível obter lucros criando sites e blogs e anunciando as ofertas por meio de mídias sociais e plataformas de publicidade.

Entre os serviços e produtos que podem ser anunciados, estão hotéis, passagens aéreas, cursos, eletrodomésticos, eletrônicos, livros, entre outros.

Novas tecnologias

Fica claro que as principais tendências de negócios estão relacionadas à revolução digital e à expansão da internet (ainda mais pela pandemia do covid 19 que se alastra pelo globo).

Por isso, vale a pena ficar de olho nas novas tecnologias que vão impactar todos os segmentos neste ano e no futuro próximo.

Os membros do Young Entrepreneur Council, um conselho de empreendedores bem-sucedidos dos EUA, selecionaram algumas das principais novidades tecnológicas para a Forbes.

No topo da lista, estão a inteligência artificial (IA) e machine learning, que estão ditando o desenvolvimento dos novos aplicativos, sistemas e plataformas.

Basicamente, as máquinas estão se tornando inteligentes, capazes de reproduzir o raciocínio humano e aprender com seus erros e acertos.

Assim, os empreendedores devem se preparar para integrar a IA aos negócios do futuro, pois em breve o “smart” será regra para qualquer produto ou serviço.

Prova disso é a ascensão da chamada Internet das Coisas, ou IoT (Internet of Things), capaz de conectar objetos diversos à rede mundial e torná-los inteligentes.

Com a IoT, é possível controlar qualquer ambiente com lâmpadas, alarmes, sistemas de som, portas e eletroeletrônicos conectados, programados à distância e acionados em um toque.

A consultora de desenvolvimento de softwares em IoT da ThoughtWorks, Desiree Santos, afirma que a barreira entre o físico e o digital está se desfazendo, trazendo possibilidades antes inimagináveis de automação.

Em entrevista à Época, ela prevê o crescimento da IoT e inteligência artificial no Brasil, e reforça os benefícios e aplicações para empresas de todos os portes.

Além dos supercomputadores, a realidade aumentada também vem ganhando espaço, assim como o mobile já se tornou obrigatório no mundo dos negócios.

Conclusões

Aliás, os smartphones terão um papel ainda mais importante com a chegada do 5G, que promete alavancar as transações em dispositivos móveis.

Seja qual for o objetivo, todo empreendedor e gestor deve acompanhar as tendências tecnológicas para inovar e sair na frente da concorrência.

É importante saber quais são as tendências de negócios e ter referências para 2020, mas nem toda novidade será aplicável à sua empresa ou ideia.

A melhor forma de se adaptar às tendências é conhecer muito bem seu negócio, mercado e público-alvo, além de se aprofundar em estudos específicos para sua área de atuação.

Por exemplo, não adianta adotar uma tecnologia em alta se o seu público ainda possui resistência para utilizar as novas ferramentas.

Do mesmo modo, não vale a pena investir em um nicho promissor se você mal conhece o mercado e não tem afinidade com o produto.

Nesse caso, a atitude mais inteligente é personalizar as tendências de acordo com seu negócio ou investimentos, identificando possíveis oportunidades que se adequem ao seu perfil.

Uma boa dica é conferir os estudos globais de macrotendências, como o Global Consumer Trends, da Mintel, que trazem insights sobre novos hábitos de consumo no mundo inteiro.

Assim, você pode ampliar sua visão sobre as mudanças no comportamento do consumidor e transformações digitais, para além das tendências de negócios locais.

Fontes: Google Marketing Platform e web

Adaptado por: Erivaldo Ribeiro
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Erivaldo Ribeiro

Erivaldo Ribeiro é o fundador do Publicidade Viral. Empreendedor independente com foco em marketing, publicidade e empreendedorismo. Acredita que, ao compartilhar informações, está contribuindo para um mundo melhor. Temos um espaço no Facebook para nossa comunidade.

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